quarta-feira, 27 de novembro de 2013

PAÍSES PARA REALIZAR NEGÓCIOS

27.11.2013

Fonte: Banco Mundial






Banco Mundial publicou o seu relatório “Doing Bussines - 2013”, os países com menos processos burocráticos e entre outros indicadores para se realizar negócios e Angola consta da posição 172º, sendo ultrapassada, por países da Africa Subsariana como: Africa do Sul que ocupa a 39º posição, Namíbia 87º, seguindo –se países como Cabo Verde, Moçambique, 122º e  146º respectivamente,  entre outros países.


terça-feira, 24 de setembro de 2013

BREVE REFLEXÃO SOBRE OS INVESTIMENTOS DO ESTADO ANGOLANO NA CONSTRUÇÃO DE PAVILHÕES MULTIUSO E ESTÁDIOS



  Janísio C. Salomão
20/09/2013





Com o culminar do conflito armado, Angola tem conseguido dar passos significados na criação de condições que propiciem a solidificação da sua economia. Durante os últimos 4 anos a taxa de crescimento da economia angolana registou ganhos significativos passando a ganhar destaque e notoriedade no cenário da economia mundial, tal como foi noticiado em diversos orgãos internacionais, bem como  o referenciado pelas principais agências de rating internacional a Fitch e a Standard and Poor´s.

As agências de notação de risco (rating) internacionais Fitch Ratings (FITCH), em 03 de Maio de 2013, Standard & Poor´s Rating Services (Standard & Poor´s) em 30 de Agosto, e Moody´s Investors Services (Moody´s) em 29 de Agosto, decidiram unanimemente manter inalterada a notação do risco do crédito soberano de Angola, em relação ao ano transacto, em BB- com uma perspectiva positiva e estável na classificação da Fitch e da Standard & Poor´s, respectivamente, enquanto a Moody´s atribuiu a notação Ba3 com uma perspectiva positiva. (MINFIN, 2013).


O executivo Angola vem desenvolvendo vários programas com vista a melhorar a sua imagem a nível internacional com o objectivo de permitir a atracção de investimento privado estrangeiro, moeda esta que não tem sido barata para os Angolanos.
Desde os anos de 2007, que o Estado Angolano vem efectuando avultados investimentos com vista melhorar  a imagem que durante anos andou desgastada devido ao conflito armado que o país viveu, apresentando candidaturas para a realização de campeonatos Africanos e Internacionais.
No ano de 2007  para dar cobertura a realização do Afrobasket nas cidades de Cabinda, Benguela, Huíla e Huambo e em 2008 o Campeonato Africano das Nações de Andebol o Estado Angolano dessembolsou cerca de 42 milhões de dólares.
Dois anos mais tarde, com o intuito de albergar a realização do Campeonato Africano de Futebol que se realizaram nas cidades de Cabinda, Benguela, Huíla e Huambo o Governo teve que pagar uma factura de cerca de 800 milhões de doláres, distribuidos pelos  estádios nas respectivas cidades.
E recentemente para a realização do Mundial de Hóquei em patins a se realizar nas cidades do Namibe e Luanda foram investidos cerca de 100 milhões de dólares, dos quais 2,71 milhões capitais próprios e 11,29 capitais alheios com recurso ao endividamento, sendo a Província de Malange uma das beneficiadas com a construção de um Estádio que serviu de antecamara para a referida actividade.
A seguir apresentamos resumo dos investimentos:



Milhões Usd
ANO
OBJECTIVO
VALOR
2007
Realização do Afrobasket
42
2008
Realização do CAN Andebol
2010
Realização CAN Futebol
800
2013
Mundial Hóquei em patins
100
TOTAL DESPESAS.....
900
       Fonte: Angop, 2013.
  
CUSTO OPORTUNIDADE


É um termo usado em economia para indicar o custo de algo em termos de uma oportunidade renunciada, ou seja, o custo, até mesmo social, causado pela renúncia do ente económico, bem como os benefícios que poderiam ser obtidos a partir desta oportunidade renunciada ou, ainda, a mais alta renda gerada em alguma aplicação alternativa.
Faz –se um enquadramento do conceito de custo de oportunidade desenvolvido por Frederich Von Wieser, para traduzir que, face a realização de despesas de capital relacionadas com a construção dos estádios e pavilhões, adia –se uma série de projectos e investimentos  que poderiam ser aplicados para o sector social tendo em vista a melhoria dos indicadores de IDH que são consideravelmente baixos.


ANÁLISE S.W.O.T

Como qualquer outro investimento, o qual deve ser avaliados ou identificados ou pontos fortes ou fracos, as despesas realizadas com os fundos públicos para a construção destes estádios possuí as suas vantagens e desvantagens. Embora haja correntes defensoras que não se deva efectuar uma análise económica, somos de opinião de que, por se  tratar de dinheiro e tendo em atenção que o mesmo tem valor no tempo, não perdendo de vista que os juros dos investimentos solicitados devem ser amortizados.

 Pontos Fortes:
  •        Projecçção, prestígio internacional da imagem do País;
  •        Possibilidade de atracção de investimento privado Estrangeiro;
  •        Promoção do turismo;
  •         Probabilidade de fomento do desporto juvenil;

Pontos Fracos:
  •         Fraco ou nulo retorno ou capital investido;
  •         Fraca política de rentabilização dos espaços contruídos;
  •         Degradação das obras fruto da falta de manutenção;
  •         Pouco investimento em sectores sociais 
  •      Instalações encerradas sem a massificação ou fomento do desporto, desiderato pelo qual foi construído;
  •     Recurso ao capital estrangeiro para o financiamento de despesas de capital com acarretamento de juros;

TRADE – OFF


Assiste –se intervenções de diversos especialistas defendendo apenas os ganhos relacionados com a imagem exterior do país e não análises económicas referentes a rentabililização destes espacos contruídos, por outro assistem –se a se degradação dos estádios e pavilhões.

Se não uma análise económica porquê a necessidade da criação de comissões para trabalhar na viabilidade e rentabilização dos pavilhões e estádios? 

Nosso entender, pensamos que esta actividade, confinada com a da criação de empresas para a gestão dos referidos espaços deveriam ser elaboradas na altura da concepção dos referidos projectos e não a posterior, evitando desta forma constrangimentos e despesas desnecessárias conforme actualmente se assiste.  Pois os estádios necessitam de manutenção regular, o que acarreta pagamento de despesas sem a sua contrapartida receitas.



terça-feira, 20 de agosto de 2013

DESDOLARIZAÇÃO DA ECONOMIA ANGOLA


 By: Jonísio Salomão
07.07.13


DOLARIZAÇÃO QUANDO SURGE?

R: INSTABILIDADE DA ECONOMIA, DEVIDO A ALTAS TAXAS DE INFLAÇÃO
OBRIGA AOS AGENTES COMERCIAS PROCURAR MOEDAS MAIS SEGURAS E ESTÁVEIS (ENTESOURAMENTO DE DIVISAS ESTRANGEIRAS), COMO FORMA DE CRIAR RESERVA SEGURA DO CAPITAL;

DESDOLARIZAÇÃO DA ECONOMIA ANGOLANA

FAZ PARTE DE UM LEQUE DE ACÇÕES QUE ESTÃO A SER EXECUTADAS PELO EXECUTIVO ANGOLANO DE FORMA A SOLIDIFICAR E HARMONIZAR A ECONOMIA NACIONAL, COM AS BOAS PRATICAS VIGENTES EM ECONOMIAS NORMAIS QUE SE QUEREM SOLIDIFICAR.
FAZ PARTE DE UM PACOTE DE REFORMAS DA ECONOMIA NACIONAL, QUE SE ENCONTRA A SER IMPLEMENTADA FASEADAMENTE;

LEI Nº 2/12 DE 13 DE JANEIRO, COM PRINCIPAL IMPACTO NA SECTOR BANCÁRIO E PETROLÍFERO.

EM     QUE CONSISTE?

HARMONIZAR A POLITICA CAMBIAL EM ANGOLA; O SECTOR PETROLÍFERO TINHA VÁRIOS REGIMES, EM CADA CONCEPÇÃO ERA APROVADO UM ESTATUTO CAMBIAL ESPECIAL PARA OPERAÇÃO PETROLIFERA; 

REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES FINANCEIRAS E MONETÁRIAS EM MOEDAS NACIONAIS, OU SEJA MOEDA COM CURSO LEGAL OBRIGATÓRIO EM ANGOLA;

TERÃO DE SER ABERTAS EM ANGOLA DUAS CONTAS BANCÁRIAS: UMA EM DÓLARES AMERICANOS (USD) PARA PAGAMENTO DE BENS E SERVIÇOS FORNECIDOS OU PRESTADOS POR ENTIDADES ESTRANGEIRAS E UMA SEGUNDA EM KWANZAS PARA O PAGAMENTO DE BENS E SERVIÇOS FORNECIDOS OU PRESTADOS POR ENTIDADES RESIDENTES.

 - O SECTOR PETROLIFERO PASSA AJUSTAR –SE AO REGIME CAMBIAL VIGENTE EM ANGOLA;

COM O PAGAMENTO DOS SALÁRIOS DAS EMPRESAS PETROLIFERAS EM MOEDA NACIONAL, EXISTE OBRIGATORIEDADE DOS FUNCIONÁRIOS DAS EMPRESAS ABRIREM CONTAS EM BANCOS COMERCIAIS ANGOLANOS E OS SEUS ORDENADOS SEREM PAGOS EM MOEDA NACIONAL KWANZA.

REALIDADE QUE NÃO ACONTECIA, POIS OS FUNCIONÁRIOS EM BOA PARTE OS SALÁRIOS ERAM PAGOS EM BANCOS EXTERIORES, E OS QUE CÁ RECEBIAM OS MESMOS ERAM EFECTUADOS EM DOLÁRES.


A QUEM SE APLICA ESTA LEI?

APLICA –SE A TODOS OS RESIDENTES CAMBIAIS
EMPRESAS PETROLIFERAS
AGENTES COMERCIAIS



CONSEQUÊNCIAS DA DESDOLARIZAÇÃO?


ENTRADA NO SISTEMA CAMBIAL ANGOLANO UM MONTANTE DE 200 MILHÕES DE DOLÁRES. (MAIS LIQUIDEZ PARA ECONOMIA).

MAIOR CAPACIDADE DE FINANCIAMENTO A ECONOMIA PELOS BANCOS LOCAIS;

MAIOR CONTROLE PELO BNA DA MASSA MONETÁRIA EM CIRCULAÇÃO NA ECONOMIA;

REDUÇÃO DOS DEPOSITOS OBRIGATORIOS DOS BANCOS COMERCIAIS AO BNA DE 20% PARA 15%, OS BANCOS FICAM COM MAIOR MARGEM DE MANOBRA;

O BNA DEIXA DE SER O PRINCIPAL IMPORTADOR E FORNECEDOR DE DIVISAS A ECONOMIA E CONCOMITANTEMENTE A BANCA NACIONAL;

QUEM DEVE FAZER AS TRANSAÇÕES?

R: INSTITUIÇÕES PREVIAMENTE AUTORIZADAS/LICENCIADAS PELO BNA, INTERMEDIAR OPERAÇÕES CAMBIAIS.

NOMEADAMENTE: BANCOS COMERCIAS, CASAS DE CÂMBIO, AGENCIAS DE VIAGENS, HOTÉIS, SOCIEDADES DE REMESSA DE VALORES (RECEBEM MOEDAS DO ESTRANGEIRO, CONVERTEM PARA EFECTUAR  PAGAMENTOS NA ECONOMIA.



E VEDADA A RECEPÇÃO DE MOEDAS ESTRANGEIRA A ENTIDADES COMERCIAIS QUE SE ENCONTRAM A FUNCIONAR NO MERCADO ANGOLANO
PRECAUÇÕES?

DEVEM OS BANCOS COMERCIAS ESTAREM PREPARADOS PARA ESTE NOVO DESAFIO, SENDO MAIS CELERES NOS PROCESSOS DE MOVIMENTAÇÃO E TRATAMENTOS DAS QUESTÕES ATINENTES; O.D (ORDENS DE PAGAMENTOS), FACE AOS AVULTADOS VALORES QUE A BANCA LOCAL IRÁ MOVIMENTAR.

MECANISMOS EFICAZES PARA O ACOMPANHAMENTO E CUMPRIMENTO DA LEGISLAÇÃO.

E A TAXA DE INFLAÇÃO?

NÃO HÁ PREOCUPAÇÃO, POIS O QUE SE TRATA NÃO É A INJECÇÃO DE MAIS CAPITAL NA ECONOMIA SEM O CONTROLE DA MASSA MONETÁRIA EM CIRCULAÇÃO, ESTAMOS A FALAR EM VOLUME DE CAPITAL CONTROLADO PELA BANCA LOCAL;


segunda-feira, 4 de março de 2013

BREVE REFLEXÃO SOBRE POSSÍVEL ALTERAÇÃO DOS PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS EM ANGOLA

O que se passa é que os combustíveis bem como outros commodities ainda se encontram a ser fortemente subvencionados pelo Estado, parece - me que os mesmos (governo) prentede gradualmente ir cortando o bolo da subvenção, outrossim, é que deve ser efectuada uma leitura do mercado para saber qual a altura certa para se ir eliminar. Numa fase em que recentemente se quer efectuar a alteração da moeda sem se avaliar os impactos que o mesmo pode trazer para a economia, no meu ponto de vista não é o momento certo, pois já é sabido que alteração da variável preço, vai de certa forma alterar grande parte dos bens e serviços produzidos na economia, visto que grande parte dele é feito com energia alternativa, logo, aumentando preços dos insumos e custos, o produto final sofrerá uma alteração abrupta, ou seja, os preços irão subir, podendo por em risco a política do BNA sobre a contenção da taxa de inflação (que saíra de 1 para 2 dígitos - galopante) Aonde andam os analistas do Governo e etc...?

domingo, 9 de dezembro de 2012

Novo fenómeno da Imigração: "Zungueiros (as) estrangeiras em Angola"



Não discordo com a entrada de mão - de - obra estrangeira, até porque grandes economias desenvolveram -se não apenas com os autóctones, mais também com os não nativos, desde que sejam acauteladas certas situações que penso serem relevantes. A entrada de estrangeiros deve trazer valor agregado para Angola, bem como para sector produtivo e serviços. É imperioso e devemos começar a reflectir profundamente na permissão de entrada de estrangeiros que vêm desenvolver a actividade de comércio ambulante (zungueiros ou zungueiras), fiquei estupefacto ao me deparar com esta realidade!



Que valor agregado e vantagem trazem para nós?

SUBMETO A VOSSA REFLEXÃO!

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Aumenta o número de Angolanos que recorrem aos Bancos

25.10.12
Fonte: Adaptação de Filipe Cardoso/Revista Exame Angola


Já é um facto, a mentalidade tradicional que ainda pairava na mente de muitos angolanos de que o melhor lugar seguro para se guardar os fundos financeiros "é em casa ou em latas", esta a mudar, conforme ilustra o
estudo divulgo pelo Banco Mundial (B.M) através da sua agência financeira "Global Financial Inclusion", estudo realizado em mais de 148 países.

Conforme publicou a Revista Exame (2012), um facto interessante é que enquanto na maior parte dos países do mundo as mulheres têm taxas de bancarização inferiores às dos homens (por exemplo, na África Subsariana, os homens estão cinco pontos percentuais acima), em Angola os valores são iguais. A desproporção já é maior ao nível das assimetrias regionais. Enquanto a população urbana angolana tem uma taxa de 57%, a rural é de 34%. Quanto à forma de acesso verifica-se que o caixa da agência bancária é o principal meio de depósito. É utilizado por 80% dos que têm conta, ao passo que apenas 8% usam os terminais Multicaixa para depósitos. Nos levantamentos, o cenário inverte-se: 49% usam as caixas automáticas e 38% vão ao balcão.


No que diz respeito ao crédito, 33% pediram dinheiro emprestado no ano passado. A maior parte (26%) socorreu-se da família ou amigos, 8% foram ao banco; 6% solicitaram apoio à empresa; 5% obtiveram-no junto de outra instituição; e outros 5% compraram a prestações numa loja comercial. O cartão de crédito, por sua vez, foi usado por 15% dos entrevistados, enquanto 15% afirmaram possuir um cartão de débito (Multicaixa). Para efectuar pagamentos concluiu-se que 17% usam meios electrónicos e 15% preferem os cheques (o valor quase que duplica quando o universo se limita à população urbana). Outros dados interessantes são que 37% confessaram ter feito algum tipo de poupança no ano passado, enquanto 16% colocaram essa poupança no banco. O motivo principal foi para fazer face a futuras despesas (26%) seguindo-se a reserva para emergências (20%). 



A região da África Subsariana protagoniza uma das grandes surpresas deste estudo ao reportar que 16% dos adultos utilizaram o dinheiro electrónico para pagar contas ou fazer transferências bancárias. Mais uma uma prova de que o continente está cada vez mais ligado e que adere rapidamente às novas tecnologias, um facto que é notório em Angola.







sexta-feira, 31 de agosto de 2012

As 5 empresas em que Warren Buffett manda mais


31.08.2012

Márcio Juliboni



O megainvestidor Warren Buffett é conhecido por comprar pequenas fatias das empresas pelas quais se interessa, e manter essas ações por muitos anos. Essa filosofia de investimento é sua principal característica – e é imitada ou criticada por muitos.


Mas há empresas em que o terceiro homem mais rico do mundo realmente detém participações expressivas. Onde, portanto, ele pode falar grosso e interferir em seus rumos. A Berkshire Hathaway, sua holding, divulgou o relatório periódico sobre as companhias em que ela investe. Clique nas fotos e veja as cinco em que Buffett realmente tem poder.


1ª Washington Post




Buffett elevou ligeiramente sua fatia no tradicional jornal americano Washington Post, em relação ao relatório divulgado em fevereiro. Agora, o bilionário detém 23,2% da companhia, ante 22,38% meses atrás.


O incremento, porém, não se traduziu em maior riqueza para Buffett. Sua fatia no jornal vale, hoje, 598 milhões de dólares, frente aos 663 milhões em fevereiro.


2ª American Express



American Express 


A bandeira de cartão de crédito American Expresstambém conta com um bom espaço para Buffett. O megainvestidor detém 13,3% da empresa – uma fatia avaliada em 8,5 bilhões de dólares.



A fatia é praticamente a mesma dos 13% que Buffett detinha em fevereiro, mas, ao contrário do Washington Post, o investimento rendeu: passou de 7,9 bilhões de dólares para 8,5 bilhões no período.


3ª Moody´s



Agência de classificação de risco Moody´s 


Buffett não alterou sua posição na agência de classificação de risco Moody’s, entre fevereiro e agosto. Continua com 12,8%. A diferença é que o bilionário também viu sua fatia se valorizar nesta empresa no período, passando de 1 bilhão para 1,11 bilhão de dólares.



A presença de Buffett como acionista de uma agência de risco, porém, já provocou muita polêmica. Os críticos apontam o eventual conflito de interesses que pode haver na relação entre um investidor e uma empresa cujo negócio é avaliar o risco de investimentos.


4ª DaVita


Enfermeira tratando paciente em hospital 

A DaVita é a grande novidade no ranking das empresas de Buffett. Especializada em tratamento renal, a DaVita entrou para o clube dos maiores investimentos do bilionário em fevereiro, quando Buffett elevou em 55% o número de ações que detinha nela.



Atualmente, Buffett possui 9,8% da DaVita, um investimento avaliado em 910 milhões de dólares. A entrada da empresa na lista deslocou a importância da Coca-Cola no ranking das empresas em que o bilionário tem mais poder – e tirou o banco Wells Fargo do clube dos cinco primeiros.


5ª Coca-Cola



Caminhão da Coca-Cola 

A maior companhia de refrigerantes do mundo, a Coca-Cola, também possui um lugar especial para Buffett. Embora sua fatia na empresa tenha se mantido praticamente inalterada nos últimos seis meses, passando de 8,84% para 8,9%, a companhia caiu uma posição no ranking, com a estreia da DaVita.



Seu valor, no entanto, cresceu de 13,78 bilhões de dólares para 15,75 bilhões. Buffett, assim com Bill Gates, fundador da Microsoft, é um conhecido viciado em Coca-Cola. Nada como aliar o prazer com o lucro.

Fonte:http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/as-5-empresas-em-que-warren-buffett-manda-mais?p=6#link